
Heritage
Legado
Familiar
Louis Vuitton
Um Legado em Movimento
Louis Vuitton nasce em 1821, em Anchay, uma pequena aldeia situada nas montanhas do Jura. Sua família, moleiros desde o século XVII, vive e trabalha no coração da floresta, moendo grãos e moldando a madeira por meio de moinhos d’água. É ali, entre o ritmo da madeira e da água, que Louis desenvolve, desde cedo, uma profunda reverência pelo artesanato.
Aos 14 anos, parte rumo a Paris, atravessando a França a pé. Ao longo de dois anos, trabalha como diarista, tratador de cavalos e lenhador, fortalecendo sua resiliência e engenhosidade. Chega a Paris em 1837, onde inicia um aprendizado com Romain Maréchal, mestre malletier e embalador. Durante dezessete anos, Louis aprende a criar com precisão e a compreender as necessidades em constante evolução dos viajantes da elite, estabelecendo as bases do que se tornaria um império lendário.
Um Artesão com Alma de Empreendedor
Recém-casado, Louis abre sua primeira loja em 1854, no número 4 da Rue Neuve-des-Capucines, a poucos passos da Place Vendôme. Seus primeiros baús refletem as características típicas da época, com tampas arredondadas e reforços de ferro. Pouco tempo depois, ele reinventa sua estrutura e apresenta um modelo de topo plano em lona cinza Trianon — mais leve, mais resistente, empilhável e perfeitamente adaptado a um mundo em constante movimento.
O Coração da Maison
Ao superar os limites de seu ateliê em Paris, Louis adquire um terreno em Asnières-sur-Seine, em 1859, para construir um novo atelier — escolhido por sua proximidade tanto com a vibrante vida social parisiense quanto com importantes rotas de produção. Na década de 1870, a família Vuitton passa a fazer de Asnières seu lar, transformando o local no coração do legado Louis Vuitton, onde savoir-faire, inovação e arte são transmitidos de geração em geração.
Georges Vuitton
De uma Jornada Individual a uma Maison Global
Em 1857, Louis acolhe o nascimento de seu único filho, Georges, que aos 16 anos se torna aprendiz nos Ateliers d’Asnières. Em 1880, Georges assume a gestão da loja da Rue Scribe, em Paris, marcando um novo início para a Maison. Juntos, ampliam os ateliês de Asnières, incorporando uma área dedicada à marroquinaria. Criado no universo dos baús e das viagens, Georges inaugura um novo capítulo para a Maison, trazendo ideias ousadas e uma energia incansável. Em 1888, ele apresenta a lona Damier, exibindo pela primeira vez o nome Vuitton no exterior de um baú. Um ano depois, patenteia um sistema inovador de fechadura com múltiplos sulcos, impossível de arrombar, para proteger os bens mais preciosos de seus clientes.
À medida que a lona passa a ser amplamente copiada, em 1896 Georges inicia a busca por um novo motivo que se tornaria o emblema distintivo da Maison. Inspirado pelo Art Nouveau, pelo Japonismo e pela arte heráldica gótica, cria a hoje icônica lona Monogram — combinando motivos florais geométricos às iniciais “LV” — em homenagem a seu pai, falecido em 1892.
Em 1885, Georges inaugura a primeira loja internacional da Louis Vuitton, em Londres, expandindo rapidamente para Nova York, Filadélfia, Nice e Lille, levando o nome Vuitton a um mundo de viajantes em constante crescimento. Em 1914, reconhecendo a necessidade de um espaço maior em Paris, Georges reinventa a loja Louis Vuitton ao colaborar com um arquiteto para repensar seu design, transformando-a em uma verdadeira experiência. Assim nasce o “Edifício Vuitton”, inaugurado na icônica Avenue des Champs-Élysées.
Gaston-Louis Vuitton
Explorando Novos Territórios
Nascido em Asnières, em 1883, Gaston-Louis cresce cercado por baús, ferramentas e relatos de destinos distantes. Colecionador, bibliófilo e pensador criativo, ele defende o uso de materiais leves e flexíveis e reinventa a arte de viajar para uma nova geração — marcando o início de uma nova fase de expansão.
Artista por essência, Gaston-Louis conduz a Louis Vuitton ao centro da cena criativa dos anos 1920, culminando com a participação da Maison na Exposição Internacional de Artes Decorativas de 1925, em Paris.
Esse mesmo espírito de inovação e exploração impulsiona suas iniciativas para além do artesanato. Do lançamento do Star Clock na relojoaria, em 1910, ao desenvolvimento do automóvel Motobloc para a corrida Nova York–Paris, passando pela criação de Heures d’Absence em 1927 — o primeiro perfume da Maison —, Gaston-Louis expande o universo Louis Vuitton por diversos métiers, moldando a Maison como a conhecemos hoje.
Ao longo das gerações, a jornada da Louis Vuitton evolui do sonho de um artesão para um emblema global de herança, inovação e elegância atemporal. Cada capítulo, enraizado no savoir-faire, continua a moldar a Maison até hoje.
Uma
Jornada Épica
Rue Neuve-des-Capucines
Aos 33 anos, Louis inaugura sua primeira loja na Rue Neuve-des-Capucines, próxima à Place Vendôme. Seus elevados padrões e sua expertise em marcenaria o inspiram a criar seus próprios baús em seu ateliê na Rue du Rocher. Nesse mesmo ano, ele se casa com Clémence-Émilie Parriaux.
O Trianon Grey Canvas
Louis reveste seu baú de topo plano com canvas de cânhamo pintado a óleo — mais leve que o couro, prático e impermeável. Inicialmente chamado de gris ordinaire (“cinza comum”), o tom passou a ser conhecido como Trianon Grey, evocando as tonalidades das Tuileries e de outras residências imperiais.
A Evolução do Trunk: Do Formato Arredondado ao Plano
Por volta de 1860, Louis revoluciona a arte de viajar ao substituir a tradicional tampa arredondada por um topo plano, tornando os baús mais fáceis de empilhar. Reforçado e confeccionado em madeira de álamo leve, o novo baú “ripado” combina durabilidade e praticidade, marcando um ponto de virada na Art of Travel.
Ateliers in Asnières-sur-Seine
Ao superar os limites de seu ateliê em Paris, Louis e sua esposa adquirem um terreno de 1.080 m² em Asnières-sur-Seine, refletindo seu espírito pragmático. A cidade conecta-se diretamente a Paris pela nova linha ferroviária, enquanto sua proximidade com o rio Sena possibilita o transporte da madeira de álamo utilizada na construção das estruturas dos trunks.
Exposição Universal de Paris
Louis se inscreve para participar da Exposição Universal de Paris de 1867. Registrado como “embalador e fabricante de trunks de viagem”, ele apresenta seus trunks patenteados pela primeira vez em um cenário tão prestigioso, atraindo uma clientela cosmopolita de alto perfil. Por suas criações, é agraciado com uma medalha de bronze.
O Canvas Listrado
Diante das imitações do Trianon Grey canvas, Louis Vuitton introduz um canvas listrado em tons de vermelho e bege. Quatro anos depois, Louis adota variações em bege, com listras claras e escuras alternadas. Uma patente registrada em 1877 garante a proteção desses padrões e desenhos.
Artigos de Couro nos Ateliês de Asnières
Dando continuidade à excelência no trabalho artesanal, Louis e seu filho Georges — recentemente nomeado diretor da loja da Rue Scribe — ampliam os ateliês em 1880 com a adição de uma ala dedicada aos artigos de couro.
A Primeira Loja no Exterior
A Maison volta seu olhar para a Grã-Bretanha, conhecida por seus artigos de viagem e por seu mercado vibrante. Com base em sua formação inglesa na Ilha de Jersey, Georges Vuitton inaugura sua primeira loja em Londres, em 1885, na Oxford Street. Posteriormente, em 1900, a loja é transferida para a New Bond Street — endereço que permanece em uso até hoje.
O Canvas Damier
Apesar da patente, o canvas listrado continua a ser imitado. Louis e seu filho Georges criam então uma nova versão: o canvas Damier. Georges registra o design, incluindo, pela primeira vez, a inscrição “Marque L. Vuitton Déposée” em um dos pequenos quadrados marrons sobre um fundo bege.
Um Trunk Seguro
Para proteger os pertences de seus clientes, Georges Vuitton registra a patente de uma fechadura com múltiplos pinos — reconhecida por ser inviolável e à prova de adulterações. Em uso até hoje, esse sistema permite que os clientes abram todas as suas bagagens com uma única chave.
O Monogram Canvas
Quando o canvas Damier passa a ser copiado, Georges cria um novo padrão, incorporando as iniciais L.V. em homenagem a seu pai. Originalmente chamado de L.V. canvas, o design passa a ser conhecido como Monogram canvas a partir de 1985, preservando a paleta de cores do Damier e reunindo quatro símbolos: três motivos florais — em parte botânicos, em parte geométricos — e as iniciais de Louis Vuitton.
Expansão para os Estados Unidos
Durante sua viagem aos Estados Unidos, em 1893, Georges passa a aspirar à expansão da Maison para além da Europa. Em 1898, os trunks Louis Vuitton passam a ser exibidos e comercializados por John Wanamaker em Nova York e Filadélfia, seguidos por outros pontos de venda internacionais.
A Steamer
Criada no início dos anos 1900, a Steamer Bag — destinada ao transporte de roupas para lavanderia — é a primeira bolsa macia e dobrável projetada para se encaixar no compartimento inferior do Wardrobe Trunk durante travessias transatlânticas. Ao longo das décadas, ela evolui acompanhando os meios de transporte e se torna uma das bolsas de viagem mais icônicas da Maison.
Canvas Vuittonite
Já em 1900, os registros de vendas da Maison mencionam o Pegamoid, um canvas revestido que tornava os tecidos mais duráveis, impermeáveis e laváveis. Ideal para bagagens automobilísticas, o material passa a ser chamado de Vuittonite em 1903. Leve e resistente, podia ser colorido para harmonizar com qualquer carroceria.
Avenue des Champs-Élysées
Em 1914, a Maison inaugura uma loja no número 70 da Avenue des Champs-Élysées. Conhecido como o “Edifício Vuitton”, o espaço é um sucesso imediato, graças às vitrines idealizadas por Gaston-Louis Vuitton. Esse endereço permanece como a sede parisiense da Maison até 1954. Em 1998, a Louis Vuitton retorna à icônica avenida.
O Primeiro Perfume
A Maison lança sua primeira fragrância, Heures d’Absence — batizada em homenagem à casa de campo da família Vuitton e apresentada em um estojo em formato milestone e em um frasco que celebram a modernidade das viagens. Em 2020, o nome retorna para uma nova fragrância feminina. Hoje, a Maison dá continuidade ao seu legado na perfumaria com criações atemporais.
A Keepall
Introduzida nos anos 1930 sob o nome Tientout, a Keepall é inicialmente confeccionada em canvas e couro, passando posteriormente a ser produzida em Monogram canvas e outros materiais icônicos da Maison. Sua silhueta arredondada, estrutura horizontal flexível e as alças Toron são marcas registradas da elegância Louis Vuitton.
A Speedy
Criada nos anos 1930 como a bolsa de viagem Express, posteriormente rebatizada de Speedy, Gaston-Louis Vuitton a desenha para refletir o fascínio da época pela velocidade. Em 1959, ela é reinterpretada em Monogram canvas e transformada em uma bolsa de mão, adotada de forma icônica por Audrey Hepburn.
A Bolsa Noé
Quando uma maison de champanhe solicita uma bolsa elegante e resistente para transportar cinco garrafas, Gaston-Louis Vuitton cria a bolsa Noé. Posteriormente reinterpretada como bolsa urbana e revestida em Monogram canvas em 1959, ela é continuamente reinventada em cores vibrantes e em diversos tamanhos.
O Canvas Flexível
Introduzido em 1896, o Monogram canvas é ideal para bagagens rígidas, mas não adequado para peças flexíveis. No final dos anos 1950, para solucionar essa questão, Claude-Louis Vuitton desenvolve um novo processo de revestimento que aprimora sua flexibilidade, impulsionando o surgimento e a expansão dos artigos de couro.
A Sac Plat
Criado originalmente como uma bolsa de praia em 1968, o Sac Plat é constantemente reinventado, apresentado em uma cativante variedade de cores, motivos e tamanhos. Pensado para a praticidade, o modelo amplo e confortável se consolida como um essencial do dia a dia, fácil de usar em qualquer ocasião.
A Dauphine
Inspirada em um modelo criado em 1976, a Dauphine é reinterpretada por Nicolas Ghesquière para a Coleção Cruise 2019. Batizada em homenagem a uma praça parisiense, a bolsa traz um fecho com o emblemático logotipo LV Circle, registrado por Gaston-Louis Vuitton em 1908.
Abertura da Loja no Japão
A Louis Vuitton faz sua estreia oficial no Japão em 1978, com a abertura de suas primeiras lojas franqueadas em Tóquio e Osaka. Em 1981, a Maison inaugura sua primeira loja de operação direta no renomado bairro de Ginza, em Tóquio, na Namiki-dori.
A Primeira Parceria Esportiva
Os caminhos da Louis Vuitton e da America’s Cup, a mais antiga competição internacional de vela, se cruzam pela primeira vez em 1983, quando a Maison sedia as provas eliminatórias e cria um baú sob medida para o troféu. Hoje, a Louis Vuitton é parceira de alguns dos maiores eventos esportivos do mundo.
O Couro Epi
Introduzido em 1985, o couro Epi tem inspiração em um couro granulado dos anos 1920, incluindo Maharajah tea-case em 1926. Tingido em tambor e gravado com o motivo Epi, é robusto, resistente a riscos e envelhece com elegância. Reconhecido por suas cores vibrantes e pelo savoir-faire, o couro Epi evoluiu para se tornar uma assinatura da Maison.
A Bolsa Alma
Originalmente chamado de Squire Bag em 1934, este modelo passa por diversas evoluções de design, dando origem a mudanças de nome como Champs-Élysées e, mais tarde, Marceau, até se tornar a Alma em 1992. Inspiradas no Art Déco, suas linhas são reinterpretadas ao longo de quase um século, culminando na criação do formato BB em 2010.
1997
Em 1997, a Maison nomeou Marc Jacobs como Diretor Artístico das coleções Feminina e Masculina, com o objetivo de expandir para o prêt-à-porter e os acessórios. Ao longo de dezesseis anos, ele revitalizou a Maison com criatividade, desfiles espetaculares e colaborações com artistas como Stephen Sprouse, Takashi Murakami e Richard Prince.
Biblioteca Louis Vuitton
Há mais de duas décadas, a Louis Vuitton constrói um legado editorial, com quase cem títulos distribuídos em três coleções essenciais de viagem — City Guide, Travel Book e Fashion Eye — além de colaborações com editoras internacionais em livros que celebram a criatividade da Maison.
Colaborações Emblemáticas
A Maison inicia suas primeiras colaborações artísticas em 1910, estabelecendo um diálogo entre o luxo e a criação contemporânea. Em 2001, Stephen Sprouse reimagina o canvas Monogram. Desde então, a Louis Vuitton colabora com artistas como Takashi Murakami, Richard Prince, Yayoi Kusama e Jeff Koons.
O Primeiro Tambour Watch
Marcando sua estreia na relojoaria, a Louis Vuitton apresenta o Tambour. Com caixa em formato de tambor, mostrador marrom e ponteiros amarelos — em homenagem ao fio histórico utilizado na marroquinaria — o Tambour combina a precisão suíça com os códigos atemporais da Maison. Hoje, a Louis Vuitton continua a redefinir a excelência na relojoaria.
A Primeira Coleção de Alta Joalheria
Inspirada nos baús originais da Louis Vuitton e em sua assinatura icônica, a Coleção Empreinte (2004) evoca o espírito emblemático de viagem da Maison. Hoje, a Maison continua a expandir os limites da criatividade e da inovação, criando coleções excepcionais de Alta Joalheria e Joalheria Fina.
A Mochila Christopher
Lançada no desfile Masculino Outono–Inverno 2004–05, a mochila Christopher combina funcionalidade espaçosa com elegância casual. Seus fechos seguros e múltiplos bolsos a tornam a companheira ideal tanto para aventuras urbanas quanto para looks sofisticados.
Exposições Louis Vuitton
m 2006, a Maison lança os Espaces Louis Vuitton, espaços expositivos que se expandem de Paris para outras grandes cidades. Essa jornada cultural continua com Volez, Voguez, Voyagez (2015), LV Dream (2022) e Visionary Journeys (2024) — uma exposição itinerante que parte em uma viagem global.
A Neverfull
Fiel ao seu nome, a Neverfull é infinitamente versátil — espaçosa, leve e notavelmente resistente. Seu design atemporal a torna um ícone do dia a dia. Em 2024, ela é reinterpretada como a Neverfull Inside Out, totalmente reversível.
2011
Em 2013, Kim Jones torna-se Diretor Artístico do prêt-à-porter masculino da Louis Vuitton sob a direção de Marc Jacobs. Após a saída de Jacobs, ele passa a liderar a criação, infundindo os códigos da Maison com influências contemporâneas do streetwear, em colaborações com os irmãos Chapman, Christopher Nemeth e Supreme, entre outros.
Objets Nomades
Fundindo o espírito de viagem da Maison ao universo do design e do mobiliário, os Objets Nomades apresentam peças de edição limitada criadas por artistas renomados, como os Irmãos Campana. Unindo criatividade e inovação, a coleção evolui a cada ano, com destaque para a Milan Design Week e a Art Basel Miami.
2012
Em 2012, Jacques Cavallier Belletrud inicia uma jornada olfativa como Mestre Perfumista da Louis Vuitton. Filho e neto de perfumistas, ele utiliza sua expertise em Grasse, em seu ateliê Les Fontaines Parfumées, para criar fragrâncias que evidenciam o savoir-faire e as matérias-primas mais excepcionais do mundo.
2013
Diretor Artístico das Coleções Femininas, Nicolas Ghesquière continua a reinterpretar a elegância feminina com um espírito inovador. Sua visão reinventa os códigos atemporais da Maison, infundindo seu legado em silhuetas definidas por linhas ousadas e arquitetônicas.
A Capucines
A bolsa Capucines é atemporal e versátil, complementando tanto estilos casuais quanto elegantes. Seu design evidencia o savoir-faire especializado da Louis Vuitton por meio do couro natural e maleável. Em uma homenagem ao legado da Maison, a bolsa recebe o nome da primeira loja da Louis Vuitton, situada na 4 Rue Neuve-des-Capucines.
A Petite Malle
Peça icônica apresentada no primeiro desfile feminino de Nicolas Ghesquière para o Outono–Inverno 2014, inspira-se nos baús de Albert Kahn, banqueiro e filantropo. Criada para o nomadismo moderno, é reinterpretada de múltiplas formas.
Fondation Louis Vuitton
Inaugurada em 2014 e projetada pelo arquiteto Frank Gehry, a Fondation Louis Vuitton é um museu de arte contemporânea localizado no Bois de Boulogne, em Paris. O espaço emblemático abriga uma coleção permanente e grandes exposições com artistas como Monet, Basquiat e Rothko.
A Twist
Imbuída de uma elegância contemporânea, a icônica bolsa Twist reflete o legado da Maison por meio de seu fecho LV característico. Reinventada a cada temporada com o estilo inconfundível da Louis Vuitton, a peça emblemática traduz uma silhueta atemporal para a versatilidade do dia a dia.
O Gaming
Pioneira no universo dos videogames, a Louis Vuitton firmou parceria com Final Fantasy em 2016, apresentando a heroína Lightning em uma campanha inédita com uma cápsula criada por Nicolas Ghesquière. Em 2019, a Maison uniu-se à Riot Games em League of Legends, desenvolvendo skins para Qiyana e um baú-troféu sob medida.
2018
O renomado designer americano ingressou na Maison em 2018 e introduziu fortes influências do streetwear nas coleções masculinas. Dialogando com as novas gerações, Virgil Abloh explorou o legado da Louis Vuitton sob uma perspectiva contemporânea, promovendo inclusão e diversidade.
2018
Diretora Artística de Relógios e Joias até 2025, Francesca Amfitheatrof revisitou o savoir-faire ancestral com uma abordagem contemporânea, inspirando-se em suas viagens e em sua expertise. Impulsionada por um espírito pioneiro, ela concebeu peças deslumbrantes que celebram os códigos icônicos da Louis Vuitton.
A Bolsa OntheGo
Como o próprio nome sugere, a OnTheGo foi criada para a vida em movimento, oferecendo amplo espaço para os essenciais da mulher moderna. Lançada em 2019, apresenta-se como uma tote estruturada que combina a elegância do Monogram clássico com uma silhueta contemporânea.
A Bolsa Soft Trunk
Em sua estreia da Coleção Spring-Summer 2019 na Louis Vuitton, Virgil Abloh reimagina o baú icônico como uma bolsa macia e versátil — um essencial contemporâneo, usada a tiracolo ou como clutch.
O Primeiro Restaurante Louis Vuitton
Em 2020, a Maison inaugura seu primeiro restaurante na Maison Osaka Midosuji, em colaboração com o chef Yosuke Suga. Desde então, a Louis Vuitton expande seu universo gastronômico para Saint-Tropez, Bangkok, Nova York e Milão, unindo moda e alta gastronomia ao redor do mundo.
A Bolsa Coussin
Apresentada na coleção Sprin-Summer de 2021, a bolsa Coussin incorpora suavidade, volume e flexibilidade. Seus três compartimentos com zíper oferecem um interior moderno e funcional para a elegância do dia a dia.
A Bolsa Side Trunk
Inspirada na herança da malletaria da Maison, a Side Trunk é revelada pela primeira vez no desfile Cruise 2023. Criada por Nicolas Ghesquière, ela reinterpreta a Petite Malle — lançada em 2014 — com um toque fresco e contemporâneo.
2023
Músico, cineasta e filantropo, Pharrell Williams traz sua visão inovadora para a Louis Vuitton como Diretor Criativo Masculino. Ao ultrapassar os limites do estilo tradicional, ele infunde as coleções masculinas com uma linguagem contemporânea que ressalta o espírito pioneiro e o savoir-faire emblemático da Maison.
2025
Em 2025, a Louis Vuitton inicia uma nova jornada com o lançamento de La Beauté Louis Vuitton. Essa nova empreitada amplia a visão da Maison, enraizada no espírito de viagem e na excelência criativa, sob a direção de Dame Pat McGrath, DBE, como Diretora Criativa de Cosméticos.
A Primeira Coleção de Beleza
Fiel ao seu legado e ao espírito de inovação, a Maison revela criações e acessórios concebidos como verdadeiros objetos preciosos. Cada batom, balm labial e sombra — todos recarregáveis — apresenta fórmulas exclusivas em uma ampla paleta de tons que celebram a autoexpressão, meticulosamente desenvolvidas por Dame Pat McGrath.
Malletier
Atemporal
O Domed Trunk
A Louis Vuitton revoluciona a arte da malletaria com um design prático, impermeável e inodoro. Graças à sua estrutura curva, a água da chuva escorre facilmente, evitando o acúmulo de umidade na superfície. Ao se afastar do couro, Louis introduz o canvas Trianon Cinza, fixado com adesivo, aumentando a durabilidade.
O Flat Trunk
Louis apresenta um design de tampa plana, reforçado com faixas de ferro e ripas de madeira de faia, mantendo a leveza com o uso de madeira de choupo. Empilhável, durável e resistente a impactos e à água, essa inovação transforma o viajar. Para proteger ainda mais sua criação, ele patenteia o baú distintivo.
O Wardrobe Trunk
Introduzido em 1875, o baú-guarda-roupa redefine o armazenamento em viagem. Projetado para permanecer em posição vertical na cabine do viajante, abre-se como um armário. Ao eliminar a necessidade de arrumar e desarrumar malas, torna-se o companheiro ideal para viagens transatlânticas.
O Bed Trunk
Criado em meados da década de 1880, o baú-cama exemplifica o espírito de inovação da Maison. Patenteado por Georges Vuitton em 1885, essa engenhosa criação ganha amplo reconhecimento em exposições universais e internacionais, tornando-se favorita entre viajantes, exploradores e aventureiros.
A Flower Trunk
Por volta de 1910, a Maison envia pequenos buquês a seus clientes fiéis, entregues em um baú-vaso em canvas Monogram com revestimento interno de zinco resistente à água. Após as flores murcharem, o elegante baú pode ser reaproveitado — como porta-joias ou uma lembrança preciosa.
O Shoe Trunk
Destaque na Exposição Internacional de Artes Decorativas e Industriais Modernas de 1925, o shoe trunk secretary — originalmente concebido com trinta compartimentos revestidos — é um baú de viagem refinado, criado para guardar sapatos, botas e acessórios com elegância.
A Toiletry Case
Em 1916, a cantora de ópera Marthe Chenal encomenda um estojo em couro de porco com abertura frontal basculante. O modelo é oficialmente registrado em seu nome em 1925 e, no mesmo ano, uma nova versão é apresentada na Exposição Internacional de Artes Decorativas.
A Stokowski Secretary Desk
Criada para o maestro polonês-britânico Leopold Stokowski, a Secretary Desk é adaptada aos seus hábitos de trabalho em viagem. Conta com prateleiras, gavetas e espaço para máquina de escrever, revelando uma mesa dobrável. Gaston-Louis Vuitton batiza o modelo em homenagem ao cliente: “Stokowski Bureau Secretary”.
O Trophy Trunk
Em 1988, a Louis Vuitton cria seu primeiro Trophy Trunk em couro Epi azul para a America’s Cup, reforçando o compromisso em 1992 com um Trophy Trunk em couro Epi vermelho para a Louis Vuitton Cup. Desde então, a Maison acompanha vitórias nas competições esportivas mais prestigiadas do mundo, materializando o lema “A vitória viaja com Louis Vuitton”.
O 1000 Cigars Trunk
Criado em 1997, o 1000 Cigars Trunk é uma peça excepcional. Seu interior em cedro envernizado revela um domínio preciso da seleção de madeiras para preservar os charutos de forma ideal.
A 8 Watch Case
Inspirado no Coffret Trésor introduzido por volta de 2008 — descendente da Boîte à Tout dos anos 1950 —, o Estojo para 8 Relógios integra a ampla seleção de baús rígidos para relógios da Maison, ao lado do Estojo para 1 Relógio, da Boîte Main Montre e da Malle Horlogère.
A Malle Coiffeuse
Projetada para elevar os rituais de beleza, a Malle Coiffeuse (Vanity Trunk) foi criada para acompanhar os clientes em sua rotina diária de cuidados com a pele. Ela se abre em três seções, revelando compartimentos, bandejas, gavetas, um banco dobrável e um elegante porta-joias — unindo elegância e praticidade.
O Sneaker Trunk
Ao combinar tradição atemporal e design contemporâneo, o Sneaker Trunk torna-se indispensável para colecionadores. Abre-se para revelar catorze gavetas transparentes — oito para modelos de cano alto e seis para cano baixo — além de dois espelhos integrados.
Reedição do Bed Trunk
Patenteado pela primeira vez em 1885, o icônico Bed Trunk retorna em 2024 com três novas edições. Do clássico canvas Monogram a reinterpretações ousadas de Nicolas Ghesquière e Pharrell Williams, cada peça une herança, criatividade e design visionário.
Trunks Olímpicos
Como Parceira Premium dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Paris 2024, a Maison cria baús sob medida para medalhas e tochas — ampliando um legado de mais de 35 anos na criação de baús-troféu icônicos que combinam inovação, savoir-faire e excelência esportiva.